Figueirense
O figueirense está praticamente escalado para a partida de domingo contra o Joinville. O jogo é válido pelas semi-finais do Campeonato Catarinense. O técnico Márcio Goiano tem apenas uma dúvida. Ela está na lateral esquerda. Juninho e Hélder brigam pela vaga.
O Furacão do Estreito entrará em campo num esquema 4-2-3-1. Os quatro defensores se alternam devido a situação do jogo. Atacando pelo lado esquerdo, o time passa a ter os defensores: Bruno, João Paulo, Roger Carvalho e Ygor. Quando o ataque é pelo lado direito, os defensores passam a ter Túlio e Juninho nos lugares de Bruno e Ygor. Esta é a ordem do técnico Márcio Goiano. Todavia, os jogadores, nem sempre, são obedientes táticos.
Maicon é o jogador que centraliza e organiza o time. Quando cai para os lados de campo, o futebol do Figueirense tem um declive enorme. Ele é o cérebro do time, e responsável por trabalhar as jogadas. Breitner não é um camisa 10. É promissor, mas cai bem pelos lados de campo. Neste esquema, ele vai jogar como um ponta esquerdo agressivo, como faz o Cristiano Ronaldo no Real Madrid. Fernandes é um meia clássico e consegue achar os espaços. Aproveitando-se de sua experiência, o jogador abusa de jogadas pelo lado direito e procura criar as jogadas ofensivas do Alvinegro. Héber é um atacante moderno, é leve, e consegue movimentar-se muito. Proporcionando tabelas para quem chega ao ataque. Muito "frio" nas finalizações, o atacante é a arma do Figueira para bater o JEC no Scarpelli.
O técnico Giba deve entrar em campo com a formação 4-2-2-2. A formação é clássica do JEC, mas tem um porém nesta história. O treinador vai promover a estreia de três jogadores em uma partida decisiva. É mole? Muita ousadia para um time que é obrigado a vencer o Figueirense, em Florianópolis, para chegar a final do turno.
Os dois zagueiros são estreantes e desconheço o futebol deles. Mas a função tática dos dois deve ser a mesma que executavam Renato Santos e Fernando. No meio de campo, Tiago Soller e Renan dão vaga ao também estreante Julio Bastos e ao meia Marcelo Silva, que estava na reserva nos últimos jogos. Com a manutenção do esquema, Julio deve apoiar o lado direito e cobrir as subidas do lateral Daniel.
Dias passa a ser um jogador importantíssimo na partida, porque o Figueirense marca a saída de bola. Então, a qualidade na saída da defesa vai passar pelo volante. Ramón e Marcelo Silva recebendo a bola com liberdade vão ter a responsabilidade de armar as jogadas laterais do JEC. Afinal, as laterais podem ser o forte do time, pois Eduardo e Daniel chegam muito bem ao ataque. Com dois finalizadores natos na frente, a bola aérea vai ser um tormento para a defesa alvinegra.
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